paris não acaba nunca

levei henry à tiracolo nas férias. nos amamos e nos deliciamos bastante nas últimas semanas. queria viver muitas vidas só pra poder reler o trópico de câncer até o fim dos tempos. vejamos:

it is no accident that propels people like us to paris. paris is simply an artificial stage, a revolving stage that permits the spectator to glimpse all phases of the conflict. of itself paris initiates no dramas. they are begun elsewhere. paris is simply an obstetrical instrument that tears the living embryo from the womb and puts it in the incubator. paris is the cradle of artificial births. rocking here in the cradle each one slips back into his soil: one dreams back to berlin, new york, chicago, vienna, minsk. vienna is never more vienna than in paris. everything is raised to apotheosis. the cradle gives up its babes and new ones take their places. you can read here on the walls where zola lived and balzac and dante and strindberg and everybody who ever was anything. everyone has lived here some time or other. nobody dies here…

não há como se morrer em paris, fato. tenho um broto de amor crescendo dentro de mim outra vez.

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